

Serginho Meriti - Luz do Nosso Povo
Sérgio Roberto Serafim, nasceu em Madureira, mas foi criado em São João de
Meriti, onde foi rebatizado Serginho Meriti, apelido que o consagrou. Foi
na Baixada Fluminense que o cantor e compositor, filho de Seu Felisbino
Antônio Serafim (gaúcho dos pampas, violonista e boêmio já falecido) e
Dona
Nair Antônio de Oliveira (80 anos, evangélica, cantora soprano e
compositora
de hinos para a Assembléia de Deus), tomou gosto pela música.
Com o sangue artístico correndo nas veias, Serginho Meriti herdou o DNA
musical de seu Felisbino e Dona Nair. E assim foi que, em 1986, com apenas
27 anos de idade, Serginho entrou em estúdio pela primeira vez na
companhia
de Neguinho da Beija-Flor e Dicró entre outros para gravar o seu primeiro
sucesso "Balanço do Mar", em parceria com Carlinhos PQD, pela extinta Tape
Car.
Serginho sempre foi um apaixonado por MPB. Esse entusiasmo e suas andanças
pelo meio musical o levaram a fundar junto com Jorge Ben Jor, além do
conjunto
Copa 7 e os Devaneios, nos anos 70, o Movimento Swing, cujas primeiras
sementes foram lançadas por Wilson Simonal, na década de 60. A aceitação
foi
tão boa que resultou em dois LPs com o título Som Copa 7 nº 1 e nº 2.
Mas o salto para a fama se deu através do seu padrinho musical, Roberto
Menescal que o levou para a gravadora multinacional, Poligram, em 1989.
Daí
em diante ele não parou mais. São 376 composições gravadas por nomes como
Zeca Pagodinho, Alcione, Almir Guineto, Arlindo Cruz, Alcir Marques,
Bandeira Brasil, Toninho Geraes, Martinho da Vila, Cidade Negra, Belo,
Exalta Samba e Evandro Mesquita (ex-Blitz) entre outros. Algumas de suas
composições entraram para a história da MPB como "Quando Eu Cantar" (que
ficou conhecida como "Iáiá Iáiá") gravada por Zeca Pacodinho e "Negra Ângela", na voz de Neguinho da Beija-Flor.
É difícil enumerar todos os seus sucessos num universo tão vasto, mas além
desses dois acima citados, fiquemos com o mais recente "Deixa a Vida me
Levar", gravado por Zeca Pagodinho e ganhador do Grammy Latino em 2003 e o
Prêmio Tim em 2004 de melhor samba. Esse samba é tão bom que virou uma
espécie de hino da Seleção Brasileira antes, durante e depois da conquista
do Penta, em 2002.
Só para se ter uma idéia do valor desse prêmio, Serginho Meriti foi às
finais com dois monstros sagrados da nossa música: Milton Nascimento e
João
Bosco. Mas não pensem que ele parou por aí. Zeca Pacodinho acaba de gravar
mais uma composição de Serginho em parceria com Jairo Aleixo, chamada "O
Biscateiro" com direito a DVD. Também Alcione (a Marron) que no seu novo
CD
incluiu "A que mais Deixa Saudades", onde a intérprete logo na introdução
faz uma saudação a Serginho: "Alô, Serginho! Mandou bem".
Com um currículo dessa categoria, Serginho entrou em estúdio mais uma vez
para gravar pela Astral Music, sua nova casa o CD "Luz do Nosso Povo",
produção de Cláudio Guimarães. Neste novo trabalho estão antigos sucessos
revisitados por Serginho Meriti além de músicas inéditas como a que dá
título ao CD. Quem é rei, nunca perde a majestade, diz o velho ditado e
Serginho está aí para não nos deixar mentir. Como diria o próprio cantor e
compositor, é hora de colocar o CD para tocar e deixar a vida me levar.
Assessoria de Imprensa
Lúcio Brígido
(21) 9956-4989
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